Jovens pesquisadores estão ganhando protagonismo na avaliação de preprints em biologia com o preLights, rede comunitária criada em 2018 pela The Company of Biologists e destacada por Jordan F. Sampar e Lilian N. Calò, no SciELO em Perspectiva em 10 de setembro de 2025.

O projeto organiza um coletivo global de “preLighters” — majoritariamente doutorandos (48%) e pós-docs (46%) — que seleciona manuscritos recém-depositados, preferencialmente com até três meses de postagem, sobretudo no bioRxiv.

Cada preLight apresenta um resumo acessível dos principais achados, ressalta contribuições e limitações e formula perguntas aos autores, incentivando respostas públicas que podem ser incorporadas ao registro do preprint.

Segundo apuração dos colunistas, estimativas indicam que cerca de 70% dos manuscritos do bioRxiv chegam a periódicos em até dois anos e que 38% recebem ao menos um comentário.

Ao apoiar o preLights, a The Company of Biologists — editora sem fins lucrativos de títulos como Development e Journal of Cell Science — busca fortalecer práticas de avaliação pós-publicação, dar visibilidade a resultados emergentes e treinar a próxima geração de cientistas em leitura crítica e comunicação científica.


Texto produzido com auxílio de Inteligência Artificial e revisado pelo autor

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