A comunicação científica deve se consolidar como o próximo diferencial competitivo para editoras acadêmicas. A análise foi publicada em 6 de fevereiro de 2026 no The Scholarly Kitchen, em artigo assinado por convidado, e defende que o setor editorial precisa ir além da publicação tradicional de artigos para ampliar o impacto e a relevância social da pesquisa.
O texto argumenta que, em um cenário de crescente pressão por demonstrar valor público, as editoras científicas enfrentam o desafio de tornar os resultados de pesquisa mais acessíveis, compreensíveis e acionáveis para diferentes públicos, incluindo formuladores de políticas, profissionais de mercado e a sociedade em geral. Apenas disponibilizar artigos em acesso aberto já não é suficiente para garantir visibilidade, influência e sustentabilidade financeira.
Segundo o autor, investir em estratégias estruturadas de comunicação científica, como produção de resumos leigos, conteúdos multimídia, campanhas segmentadas e parcerias institucionais, pode ampliar o alcance das publicações e fortalecer a posição das editoras em um ambiente cada vez mais competitivo. A proposta também dialoga com a necessidade de combater desinformação e reforçar a confiança na ciência.
O artigo sugere que publishers que incorporarem a comunicação científica como parte central de seus modelos de negócio poderão não apenas aumentar o impacto de seus conteúdos, mas também consolidar novas oportunidades de receita e diferenciação no mercado global de publicação acadêmica.
Fonte: Society for Scholarly Publishing
Texto produzido com auxílio de Inteligência Artificial e revisado pelo autor.
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